A sexagem fetal é um exame simples e seguro, feito a partir do sangue da gestante, que permite descobrir o sexo do bebê ainda no início da gravidez. Mas, para que o resultado seja confiável, existem alguns cuidados importantes nos bastidores. Confira os principais:
- O exame deve ser feito no momento certo
A sexagem fetal acontece a partir da 8ª semana de gestação. Antes disso, a quantidade de DNA fetal no sangue materno pode ser insuficiente, o que pode comprometer o resultado. - O controle de contaminação é essencial
Como o exame detecta o cromossomo Y (presente em bebês do sexo masculino), qualquer contato com material genético masculino pode interferir na análise. Por isso, os laboratórios seguem protocolos rigorosos para evitar esse tipo de contaminação. - Protocolos laboratoriais fazem toda a diferença
Os profissionais adotam equipamentos de proteção, ambientes controlados e processos automatizados para garantir a qualidade da análise e reduzir interferências externas. - A tecnologia precisa estar aliada à técnica
“A confiabilidade depende tanto da tecnologia molecular quanto do rigor nos processos de coleta e análise”, explica o médico geneticista Gustavo Guida, da Dasa Genômica e do laboratório Sérgio Franco (RJ). Ou seja, não basta o exame ser moderno e ele precisa ser bem executado. - O exame tem objetivo específico
Apesar de usar a mesma base tecnológica do NIPT, a sexagem fetal serve exclusivamente para identificar o sexo do bebê. Já o NIPT avalia o risco de alterações cromossômicas, sendo indicado em outros contextos.
Segundo Natália Gonçalves, superintendente de P&D e Head de Reprodução Humana da Dasa Genômica, o exame é seguro e não invasivo. “Ele oferece informação confiável de forma precoce, desde que realizado dentro dos critérios técnicos adequados”, afirma.
No fim, a sexagem fetal é um exemplo de como a medicina diagnóstica evoluiu, mas também de como o rigor nos processos continua sendo fundamental para garantir resultados precisos.
Informações: Assessoria de Imprensa.
