Aventuras Maternas

Ferramentas para uma educação não violenta

A consultora em comunicação consciente, Elisama Santos, vem ao Rio no próximo dia 04 de maio para dar a palestra “Educação não Violenta”, no Centro Cultural João XXIII, em Botafogo. O evento começa às 14h e faz parte da grade de encontros organizados pela Nova Geração de Pais, um espaço de troca, apoio, acolhimento e reflexão sobre o que é ser pai e mãe de uma criança pequena com tantos desafios da atualidade.

Durante a palestra, Elisama vai falar sobre como pais, professores e demais cuidadores podem – e devem – buscar um relacionamento de maior conexão e assertividade com crianças e adolescentes. “As crianças não podem pagar por nossas dores e incapacidades. Podemos educar sem ferir a relação que estão construindo conosco, com eles e com o mundo”, explica a mãe de Miguel e Helena, que também é autora dos livros “Tudo eu”, “ReOlhar” e “Educação não violenta”.

A ideia de escrever os livros e falar sobre assuntos ligados à educação dos pequenos surgiu quando fazia um curso de empreendedorismo criativo, pois queria mudar de carreira depois do nascimento das crianças. “Durante o curso, havia um desafio: produzir trinta dias consecutivos. Meu projeto inicial era sobre culinária. Mas uma amiga sugeriu que eu escrevesse sobre maternidade, pois eu tinha um jeito bem particular de falar sobre o assunto. Estava com duas crianças pequenas em casa e oscilava entre dar pulos de alegria e chorar em posição fetal embaixo do edredom. Acatei a sugestão dela e, ao final dos trinta dias do desafio, o livro estava escrito”, conta. Na época, Miguel estava com quase três anos e Helena com quase um. “A vida era tão intensa e louca que o livro foi totalmente escrito no celular, no evernote”, complementa.

Elisama lembra que uma das razões que a motivou em escrever sobre o dia a dia da maternidade foi o fato de tudo que lia ser excessivamente romantizado. “Falava-se do amor, da entrega, da felicidade. Mas a maternidade era muito maior pra mim. Eu estava no segundo puerpério, não sabia o que era ir ao banheiro sozinha nem dormir uma noite inteira há pelo menos dois anos. Eu sentia bem mais que amor. Eu também sentia raiva, tristeza, medo, solidão. Existia um lado B na maternidade, muito mais complexo que o tão falado ‘estado de graça”, esclarece.

Serviço:

Palestra Educação Não Violenta, com Elisama Santos

04/05, às 14h

Centro Cultural João XXIII – Rua Bambina, 115 – Botafogo

Ingresso a partir de R$80,00

Para comprar, acesse https://www.sympla.com.br/palestra-educacao-nao-violenta-com-elisama-santos__462067?fbclid=IwAR3CUfp6nqMAGFhi1Ct4yIUde8Ch2959we_TAetCuKoF8xqH52cbm23C460

 

 

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Priscila Correia

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