Aventuras Maternas

Agulhas do bem – mulheres se rendem aos benefícios da acupuntura

Você sabia que a acupuntura pode ajudar mulheres em diversas fases da vida, adiando o consumo exagerado de medicações, de forma contínua e indolor?

Segundo Marcus Vinícius Ferreira, médico fisiatra formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em acupuntura e medicina oriental, as sessões podem ser benéficas em diferentes momentos da vida

Mestruação: quando o corpo se encontra em plena transformação do organismo pelo amadurecimento e desenvolvimento hormonal, a acupuntura pode auxiliar nos fluxos menstruais irregulares e na temida TPM. “O estímulo dos pontos leva à produção de substâncias que teriam ação sobre receptores do sistema nervoso e que o resultado final seria a normalização das funções alteradas”, explica o espacialista. Além de promover relaxamento muscular, a técnica tem ação anti-inflamatória.

Gestação: a técnica melhora náuseas e vômitos característicos em algumas mulheres no primeiro trimestre. A dor lombar, que acompanha muitas gestantes durante todo o pré-natal e que se intensifica no terceiro trimestre, também tem um alívio muito grande com a aplicação de técnicas de acupuntura. Além disso, a acupuntura também é grande aliada de mulheres que se submetem a fertilização in vitro: “Com uma sessão na véspera do procedimento, e outra um ou dois dias após, evidências científicas revelam que o tratamento melhora as chances de sucesso de uma gestação”.

Enxaqueca – É o sintoma campeão de reclamações no consultório. As mulheres cada vez mais tem uma rotina puxada de trabalho, filhos, responsabilidades, tudo isso somado a grande carga emocional e hormonal. “Nas dores de cabeça e enxaquecas, a acupuntura age de duas formas: no local, onde causa uma reação anti-inflamatória e o relaxamento da musculatura”, explica o especialista. A outra forma é o bloqueio, em áreas do cérebro, da percepção da dor, já que a inserção das agulhas em diferentes locais do corpo alcança terminações nervosas específicas e acabam atingindo o sistema nervoso central.

Informações: Assessoria de Imprensa.

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Priscila Correia

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