Aventuras Maternas

Quando a vida profissional está insustentável

Oie! Tudo bem?

Me permita contar uma breve e significativa passagem da minha vida…

Em 2004, meses antes de me formar em Psicologia, eu trabalhava numa loja no Shopping da Gávea (RJ). Esse emprego ajudava a pagar as contas do apartamento que dividia com uma amiga. No entanto, esta não era minha única ocupação: eu também estagiava numa área que me realizava muito!

Quanto mais eu me encantava na atuação como Psicóloga, mais me incomodava ficar dentro de uma loja esperando uma cliente entrar para fazer “A” compra. A loja era legal, a Equipe fantástica, mas ficar horas ociosa era algo que me consumia… Eu pensava: “Ao invés de ficar aqui parada eu poderia estar fazendo aquilo que eu já sei que me faz sentir viva!”.

Até que um dia, numa dessas horas ociosas na noite do Shopping, um desconforto tomou conta de mim. Comecei a roer as unhas, vontade de sair correndo dali, mas parecia que estava presa no meu próprio corpo. A frase que permeava a minha mente era: “O que estou fazendo aqui!?”. Foi então que percebi que não dava mais para fazer aquilo comigo! Não era justo! Imediatamente fui à gerente e pedi minha demissão!

Sim, aquele emprego segurava as minhas contas. Sim, eu ainda nem era formada e a grana da minha ocupação/paixão era curta. Mas eu estava com tanta certeza do que queria e que daria certo, que não poderia continuar me machucando daquele jeito.

Tirei a minha energia da loja e concentrei as minhas melhores vibrações no que viria a ser o meu primeiro filho: O Espaço Cuidar Bem – Empresa de Seleção e Treinamento de Profissionais, empresa que acabou de fazer 11 anos.

Se o começo foi fácil? Nem um pouco… Se valeu à pena? Totalmente!

Não sei em qual fase da insatisfação você está. Mas enquanto a sua dor por estar onde está for menor do que a vontade de mudar, você permanecerá na mesma…

Posso te dar exercício para acelerar o aumento da sua dor/insatisfação e – espero – te fazer agir? É assim:
alerta
– Pegue o seu celular
– Programe um alarme para apitar a cada 2 horas
– Escolha o alarme mais estridente, mais “ACOOORDA!” que tiver
– Como etiqueta do alarme, escreva: “O que estou fazendo por mim?”- Deixe ativado de 3 a 7 dias
– Daí você volta aqui pra me contar porque estou adorando receber o feedback de vocês por e-mail!! 😉

Deixe esse alarme agir como um peteleco na sua alma! Deixe ele te incomodar, te tirar da sua zona de conforto.

O medo sempre existirá. Só que o medo nada mais é do que uma imaginação negativa do futuro…

Vambora ser feliz no presente!

Com Carinho,
Aline Gomes

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Aline Gomes

Meu nome é Aline Gomes. Sou Psicóloga, Coach de Mães e Terapeuta de Constelação Familiar.
A Equipe do Aventuras Maternas me convidou a compartilhar um pouquinho da minha experiência com você! Fiquei muito feliz e honrada por isso!
Sendo esse o nosso primeiro contato, acho que é de bom tom me apresentar melhor…
Minha história profissional com a maternidade começou em 2003, quando, ainda estudante de psicologia, fazia avaliação psicológica das babás para saber se estavam aptas emocionalmente para cuidar de crianças.

A partir da Avaliação Psicológica eu desenvolvi um Treinamento de Babás para capacitá-las melhor para os cargos. E o Treinamento acabou se transformando num chamariz de mães em busca de Babás instruídas.
Todo esse movimento fez gerar o meu primeiro filho: em 2005 nasceu o Espaço Cuidar Bem – Empresa de Seleção e Treinamento de Babás.
Desde então eu sempre estive conectada com mães, pais, crianças, babás, vovós, vovôs, madrinhas e etc.
Em 2010 eu engravidei e em 2011 nasceu a minha primeira menina, Maitê. Logo em seguida engravidei novamente e Luna chegou em 2012.
Depois que me vi imersa na rotina de fraldas, mamadas, banhos, choros e incertezas, fiquei curiosa para entender essa tal de maternidade. Queria saber como estavam se comportando as mães em seus lares com suas crias. Não era curiosidade para mera comparação, mas sim para compreensão de comportamento.
Meu interesse foi tanto, que assim que a Luna melhorou do refluxo (aos 8 meses), logo que pude voltei à sala de aula. Queria mesmo entender o que fazia uma mãe pirar na batatinha e a outra ficar super zen.
E será sobre isso que falaremos aqui nessa coluna: comportamento > que leva à compreensão > que leva à paz!
Quero compartilhar e, principalmente, aprender com você! Adoro trocar, ouvir e ler histórias!
Sei que juntas podemos acrescentar na vida de outras mães que ainda não sabem o nome desse trem que as atropelou! ;-) Então, vem comigo nessa…?

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