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Quatro dicas para evitar o capacitismo

Você já parou para pensar como é ter deficiência e viver em uma sociedade capacitista? Já fez este exercício interno? É necessário pensar e entender que, mesmo sem perceber, tomamos algumas atitudes preconceituosas. A modelo e ativista Rebeca Costa dá algumas dicas do que se deve evitar para não colocar pessoas com deficiências em situações de humilhação.

Primeira dica: Evite o tom penoso ao conversar com pessoas com deficiência. Aja naturalmente. Converse naturalmente. É necessário que essas pessoas se sintam confortáveis.

Segunda dica: Não faça perguntas que você não gostaria de ouvir. Como você vai perguntar algo que te deixaria constrangido? Isso pode te magoar e com as pessoas que possuem algum tipo de deficiência não é diferente. Ela sabe das limitações que tem, você não precisa lembrá-la.

Terceira dica: Não use termos que podem ser ofensivos. Ao dizer “mancada, você pode deixar seu amigo triste em pensar que suas limitações são algo ruim. Assim como não se pode chamar uma pessoa com nanismo de anã. Anã ou anão é um termo pejorativo, soa como algo sexualizado ou cômico, o correto é nanismo.

Última dica: Não ache nada sobre uma pessoa com deficiência. Achismos não são bem vindos. Deixe que ele mostre o seu potencial, não julgue antes de conhecer a fundo.

Rebeca é uma modelo e influenciadora digital que usa o instagram para debater o preconceito. Nas redes ela está como looklittle, também ensinando pessoas com nanismo a adaptar roupas para seus respectivos tamanhos.

SOBRE:

Rebeca costa diz que sua altura é só um detalhe e investe tudo em sua autoestima. Quem vê Rebeca Costa (23) medindo apenas 1,20 cm, não acredita nas coisas grandiosas que ela faz durante o dia. Com nanismo e hidrocefalia, a fluminense tem enfrentado a vida como um desafio diário. Filha de pais com estatura normal, é a caçula de três irmãs, as outras também sem a deficiência. “Nunca deixei que me diminuíssem por causa dos meus poucos centímetros de altura. O Instagram foi influenciado por amigos que queriam saber como eu adaptava minhas roupas, já que nanismo sempre teve a fama de usufruir roupas infantis, e eu quero derrubar esse mito, pois precisamos ser enxergados pelo mundo da moda uma vez que o nosso maior problema neste seguimento são braços, pernas curtas e pés pequenos, o resto, é de adulto”, diz.

Com a ajuda de seus pais, seus maiores incentivadores, a modelo elabora adaptações, como transformar blusa de meia manga em manga cumprida, e dá dicas de onde conseguir sapatos da sua numeração, melhores lojas e fabricantes. O diário virtual conta também o dia a dia da blogueira, dicas de roupas, sapatos e maquiagens.

Informações: Assessoria de Imprensa.

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Priscila Correia

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