Aventuras Maternas

Dia após dia

10811528_10202648411284239_1497663022_nTer filhos é uma dadiva. E acompanhar cada fase da vidinha deles, além de ser uma delicia, é um enorme aprendizado. Desde o momento que chegam aos nossos braços, seja vindo de nossas barrigas ou pela adoção, cada dia é um sorriso diferente, uma expressão nova, um obstáculo a vencer. E é por isso que o Aventuras Maternas resolveu listar cada passo dessa linda jornada entre você e seu filho com uma nova série, onde vamos abordar cada ano de vida.

Nesta primeira matéria, vamos falar do nascimento até completar um ano, explicando as varias etapas de desenvolvimento, quando o cérebro e o corpo passam por grandes transformações.

A seguir, entenda cada fase do desenvolvimento do seu bebê. Mas atenção: alguns podem apresentar tais características um pouco antes ou depois. Isso é normal, não se assustem. Vamos lá?

Dos 0 aos três meses:

Durante o primeiro mês, é normal o bebe sempre reagir diante de barulhos muito altos, podendo se assustar. Com visão limitada, passa quase todos os dias dormindo.

A partir do segundo mês ate o terceiro, começa a reconhecer os pais e aprende a acompanhar objetos e pessoas. Quanto aos movimentos, mexe as mãos, levando-as a boca, abre e fecha os dedinhos e os suga. Consegue, inclusive, segurar alguns objetos por algum tempo.

Em relação a comunicação, desenvolve tipos de choro diferentes para o que deseja e, ao escutar os pais, vira a cabecinha. Já reage a brincadeiras e músicas, mexendo perninhas e braços, e dando gritos e sorrisos.

É nessa fase que se começa a organizar a rotina da criança, com horários para suas atividades, como banhos, comidinhas, troca de fraldas e afins.

Dos quatro aos sete meses:

É uma das fases mais gostosas dos bebes, pois já começam a se comunicar de forma mais ‘organizada’. Já olha para o local de onde parte o som, presta atenção ao ouvir uma música (as vezes ate para de chorar para escuta-la), sorri para ter atenção de quem quer.

É a etapa em que percebe ação e reação e começa a explorar o mundo.

Já demonstra, aqui, seus sentimentos por meio de expressões faciais. Sorri quando gosta de algo e faz ‘cara feia’ quando não gosta. Com pessoas que não são do seu convívio mais próximo, pode mostrar medo. Entretanto, das pessoas mais próximas, imita as vozes e fica repetindo seus próprios sons, reconhecendo-os.

Na parte motora, fica de bruços e consegue se apoiar nos antebraços quando procura o que está a sua volta. Já sabe buscar o objeto que deseja, estendendo a mao, e rola de um lado para o outro, sabendo voltar. É a fase também de já mostrar equilíbrio quando sentado.

Dos oito aos 11 meses:

É a fase que, literalmente, os pais não tem mais sossego, pois os filhos conseguem se locomover, ficar de pé e sentar sem apoio, pegam objetos e se comunicam etc.

É também o momento que o famoso gênio começa a se manifestar, com os bebes demonstrando raiva quando não têm a atenção que querem e reclamando quando são contrariados.

Neste estágio, já reconhecem sua imagem e ficam eufóricos com isso. Além disso, sons são um mundo a parte: percebem de onde parte o som e começa os esperados ‘mama’, ‘dada’, ‘papa’.

Quer mais? Batem palmas, jogam beijos, dão tchau, balançam a cabeça positiva ou negativamente.

Dos 11 meses a um ano:
Aqui, o bebê, que antes era tão dependente, começa a dar os primeiros passos para ter a sua personalidade formada.

Saiba como foi o primeiro ano de vida do bebê para algumas mães aventureiras:

IMG_2987Para a funcionária pública Aline Braune, mãe de Cecília, que completou um ano recentemente, com 11 meses ela teve um grande crescimento, com muitas coisas acontecendo. “Passou a andar, largou o peito e começou a dormir a noite inteira –o que foi um alívio bem grande. Alguns balbucios começaram também e o entendimento do que é falado ficou bem melhor, entendendo melhor o que falávamos para ela. Já sabia onde era o nariz e o olho. Por conta de largar o peito, usou a chupeta como objeto de transição. E, exatamente por causa de todas essas mudanças, acredito que tenha ficado doente, o que fez ela tomar antibiótico pela primeira vez, requerendo uma atenção especial”, explicou.

Já a veterinária Danielle França, mãe de Ana Beatriz, de um ano e meio, conta que a filha passou a dar mais trabalho porque começou a ficar em pé e a andar escorando nas coisas, puxando tudo de cima dos móveis. “E ainda ficou mais colada comigo, só querendo mamãe”, completou.

carol e LolaA roteirista e pesquisadora Ana Carolina Luppi, mãe da Lola, conta que, especificamente, do último mês até um ano, observou muitas mudanças, como na personalidade, que ficou cada vez mais evidente em ações. “A Lola tem um senso de humor muito apurado e começou a fazer brincadeiras que ela achava super engraçadas, como, por exemplo, imitar uma vaquinha, fazendo múúú. Ela também demonstrou mais organização e começøu a aguardar tudo em caixas depois de brincar. Fora isso, ficou mais comilona e começou a dar os primeiros passos sem mão dada”, explicou Ana. “Mas também ficou querendo mais estar junto, pedindo colo. Ou seja, ao mesmo tempo que se tornou mais independente em algumas atitudes, ficou mais carente em outras. Foram muitas coisas novas em apenas um mês”, complementou.

                              

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Priscila Correia

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