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Probióticos e vitamina D são aliados para alívio da rinite alérgica

Os benefícios individuais dos probióticos e da vitamina D já são comprovados cientificamente há algum tempo. Tanto que, no caso da vitamina D, existe uma atenção muito grande em suplementar esse nutriente, que pode ser produzido de duas maneiras: por meio de dieta alimentar – que contribui de 10% a 20% – e via tecidos cutâneos após exposição solar. Quando a vitamina D está insuficiente, médicos recomendam suplementar através de cápsulas ou comprimidos.

Já os probióticos são microrganismos vivos (bactérias boas) que, quando ingeridos em quantidades adequadas, trazem benefícios à saúde do indivíduo.1 Eles podem ser usados por adultos e crianças, como auxiliar no controle de diarreia, contribuindo para o fortalecimento do sistema imunológico, como aliado das mulheres na gestação e até no alívio de desconfortos gástricos em pacientes com infecção por H.pylori (causadora da gastrite).

A novidade é que, ingeridos juntos, vitamina D + probióticos proporcionam melhora na imunidade e redução de alguns quadros de alergia. Um estudo feito com 100 crianças de 5 a 12 anos de idade que sofriam de rinite alérgica demonstrou efeito clínico e imunológico após suplementação de probióticos e vitamina D2. O desenho do estudo dividiu em dois grupos: metade tomou placebo (comprimidos sem efeito terapêutico) e metade fez uso do probiótico Lactobacillus rhamnosus GG (LGG (R)), cepa de Culturelle, e 1.000 UI de vitamina D. O estudo, que durou cinco meses, foi conduzido por médicos do Departamento de Pediatria Social e Alergia do Hospital N Copernicus e Universidade Médica de Lodz, na Polônia.

As crianças que fizeram uso do LGG(R)e vitamina D tiveram melhora significativa da rinite alérgica, comparada com o grupo de crianças que tomou o placebo. Nanci Utida, gerente médica da Cellera Farma, vê de maneira satisfatória o resultado deste estudo e reforça que “é possível associar probióticos com vitamina D. Não há contraindicação”, explica a médica.

Os probióticos (que são bactérias do bem) atuam na microbiota intestinal. Uma vez saudável, essa microbiota estimula o sistema imunológico, fazendo com que ele reconheça e combata as bactérias “do mal”.

O Lactobacillus rhamnosus GG (LGG®) é uma cepa probiótica estudada a fundo por cientistas desde 1985, é seguro para consumo de crianças e adultos, incluindo gestantes e idosos.

Cultive seu melhor

Com o slogan “Cultive Seu Melhor”, Culturelle® Probiótico está presente nas farmácias de todo o Brasil com um portfólio amplo, atendendo às necessidades de homens e mulheres adultos, incluindo idosos, gestantes e crianças.. Essa é a marca de probiótico mais prescrita por pediatras e a mais recomendada por farmacêuticos nos Estados Unidos, sendo a de maior confiança do consumidor no mercado americano. 

Para adultos, Culturelle® Probiótico Saúde Digestiva tem apresentações de 10 e 30 cápsulas vegetais com 10 bilhões de culturas ativas (UFC) de origem natural, sem glúten e livre de lactose e açúcar, com recomendação de uso de 1 cápsula ao dia.  Preço sugerido:  R$63,99 para 10 cápsulas e R$159,99 para 30 cápsulas

Para crianças a partir de 1 ano de idade, a marca lança inicialmente  Culturelle® Probiótico Junior em 2 apresentações, sachês e comprimidos mastigáveis. A apresentação recomendada a partir de 1 ano de idade vem com 6 sachês unitários e 5 bilhões de culturas ativas (UFC). Pode ser adicionada em alimentos e bebidas para consumo. Preço Sugerido: R$32,29

Já a apresentação em 10 comprimidos mastigáveis é indicada para crianças a partir de 3 anos de idade e também vem com 5 bilhões de culturas ativas (UFC). Preço Sugerido: R$50,99.


Referências

  1. .Funkhouser LJ, Borderstein SR. Moms knows best: the universality of maternal microbial transmission. PLoS Biol. 2013;11(8):e1001631
  2. Jerzynska J, Stelmach W, Balcerak J, Woicka-Kolejwa K, Rychlik B, Blauz A, Wachulec M, Stelmach P, Majak P, Stelmach I. Effect of Lactobacillus rhamnosus GG and vitamin D supplementation on the immunologic effectiveness of grass-specific sublingual immunotherapy in children with allergy. Allergy Asthma Proc. 2016 Jul;37(4):324-34.

Informações: Assessoria de Imprensa.

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Priscila Correia

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