Aventuras Maternas

Maternidade x Carreira

novas-opções-para-o-empreendedorismo-materno“Desde que me tornei mãe, minhas prioridades mudaram.”, Gisele Bundchen.

E foi com essa justificativa que a nossa linda e renomada modelo encerrou sua carreira nas passarelas.

As prioridades que agora dominam as escolhas de Gisele são as mesmas de milhares de mães ao redor do mundo: os filhos, o tempo dedicado a eles, os valores a serem transmitidos nos primeiros anos de vida, a construção de um núcleo familiar, estar presente para ouvir “mamãe” pela primeira vez, etc.

Muitas mulheres deixam suas carreiras ou mudam de ramo profissional após a chegada da maternidade visando respeitar essas novas escolhas de vida.

Você provavelmente tem amigas que comprovam esse comportamento – isso se você não for uma delas.
Em Fevereiro de 2015 o projeto Mamãe Te Apoio realizou uma pesquisa que contou com a participação de quase 300 mães. O objetivo foi conhecer quais áreas da vida são mais beneficiadas e quais são mais prejudicadas após a chegada da maternidade na vida das mulheres.

O resultado da pesquisa apontou que “Trabalho/ Carreira” é o setor mais afetado, com quase 40% dos votos.
Esse movimento é mais uma vez comprovado ao enumerar a quantidade de mulheres que me procura para conseguir alinhar os seguintes desejos: ter mais tempo com os filhos + ter uma ocupação que lhe dê prazer + manter ou aumentar o salário.
Ouço com frequência relatos como esse: “Eu não era apaixonada pelo meu trabalho, mas como era bem remunerada, fui ficando… Só que depois que me tornei mãe, não consigo imaginar a possibilidade de deixar o meu bebê em casa para ir para aquele emprego. Só de pensar meu coração aperta e meu estômago embrulha.”
Mas então, como fazer para conciliar todos esses desejos? Será que é possível? E eu te respondo com toda certeza: SIM, É POSSÍVEL CONCILIAR UMA CARREIRA QUE VOCÊ AMA COM O TEMPO DEDICADO AO SEU FILHO.
Atualmente temos a nosso favor a internet. A partir deste advento a forma de se trabalhar e o conceito de ocupação profissional tem se modificado significativamente. E antes que você me exclame que não leva o menor jeito com tecnologia e que não saberia trabalhar à frente de um computador, eu te digo: nada disso se faz necessário! Você pode trabalhar com crochê enquanto curte o seu filho e ainda assim se beneficiar do mundo virtual para monetizar sua ocupação. Soluções existem!

O mais importante é listar as suas prioridades nessa nova fase e as suas paixões profissionais para então definir seu propósito de vida. Em seguida basta alinhá-los às oportunidades que já existem em suas mãos e… Eureka!

É tão lindo ver mulheres resgatando seus sonhos de meninas, se sentindo muito mais felizes profissionalmente e ainda conseguindo curtir seus bebês.

Se realmente está insatisfeita com sua área de “Trabalho/Carreira”, tome coragem e mexa-se!

A Gisele fez! Eu fiz! Alguma amiga sua fez! Você também pode fazer! A sua essência e a sua família agradecem.

Com carinho,

Aline Gomes

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Aline Gomes

Meu nome é Aline Gomes. Sou Psicóloga, Coach de Mães e Terapeuta de Constelação Familiar.
A Equipe do Aventuras Maternas me convidou a compartilhar um pouquinho da minha experiência com você! Fiquei muito feliz e honrada por isso!
Sendo esse o nosso primeiro contato, acho que é de bom tom me apresentar melhor…
Minha história profissional com a maternidade começou em 2003, quando, ainda estudante de psicologia, fazia avaliação psicológica das babás para saber se estavam aptas emocionalmente para cuidar de crianças.

A partir da Avaliação Psicológica eu desenvolvi um Treinamento de Babás para capacitá-las melhor para os cargos. E o Treinamento acabou se transformando num chamariz de mães em busca de Babás instruídas.
Todo esse movimento fez gerar o meu primeiro filho: em 2005 nasceu o Espaço Cuidar Bem – Empresa de Seleção e Treinamento de Babás.
Desde então eu sempre estive conectada com mães, pais, crianças, babás, vovós, vovôs, madrinhas e etc.
Em 2010 eu engravidei e em 2011 nasceu a minha primeira menina, Maitê. Logo em seguida engravidei novamente e Luna chegou em 2012.
Depois que me vi imersa na rotina de fraldas, mamadas, banhos, choros e incertezas, fiquei curiosa para entender essa tal de maternidade. Queria saber como estavam se comportando as mães em seus lares com suas crias. Não era curiosidade para mera comparação, mas sim para compreensão de comportamento.
Meu interesse foi tanto, que assim que a Luna melhorou do refluxo (aos 8 meses), logo que pude voltei à sala de aula. Queria mesmo entender o que fazia uma mãe pirar na batatinha e a outra ficar super zen.
E será sobre isso que falaremos aqui nessa coluna: comportamento > que leva à compreensão > que leva à paz!
Quero compartilhar e, principalmente, aprender com você! Adoro trocar, ouvir e ler histórias!
Sei que juntas podemos acrescentar na vida de outras mães que ainda não sabem o nome desse trem que as atropelou! ;-) Então, vem comigo nessa…?

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